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segunda-feira, 15 de março de 2010

Regressando ao DoW2


Não sei se foi por estar mais condicionado ao título da Relic, ou se simplesmente eu e o SC2 não nos darmos bem - ando a perder porque: ou construo edifícios a menos, ou a mais. Atentem, eu disse edifícios, e não tropas.

O DoW2 é nitidamente mais simples, mas não deixa de ser igualmente desafiante. Tira-me a pressão de saber quantas barracks preciso para ganhar, e deixa-me concentrar apenas nas tropas. É mais fácil de se perceber, e talvez seja isso mesmo que eu precise.

Vou continuar dividido entre estes dois. Mas se a semana passada foi de SC2, nesta, o Caos ergue-se.

Let the Galaxy burn!

sexta-feira, 5 de março de 2010

Estou na beta do SC2


Foda-se. Estou na beta. A uma semana da expansão do DoW2 sair. E agora que estava a começar a curtir o SupCom1.

Os CULHÕES lá para o "não haver fome sem fartura". -__-

Acho que vou morrer para o mundo. Ligar um soro nutritivo, um soro de cafeína e passar a viver na máquina.

So many sweets, so little time.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Sabotando a minha Hype


Ando com um entusiasmo terrível relativamente à próxima expansão do Dawn of War 2, Chaos Rising.

Demónios montados em touros mecânicos? Sim, se faz favor!

A minha raça favorita do universo vai ser incorporada, e uma tonelada de melhorias devem tornar o jogo ainda mais distinto do que por aí se encontra.

No entanto ontem experimentei a demo do Supreme Commander 2.

Horizonte Nuclear.

E vi mais uns vídeos da beta do Starcraft 2.

Ainda mais bonito em movimento.

E pensei, "caraças, havia de arranjar forma de viver à custa de subsídios e passar os dias a jogar estas maravilhas".

Dito como um verdadeiro drogadito. Lá dei um estalo a mim mesmo e rearranjei as minhas prioridades. Ainda assim, é complicado ter tempo para apenas 1 deles, quando aos meus olhos todos são merecedores da minha mão.

Enfim, entre mortos e feridos alguém há de se salvar. Presumo que divida o meu tempo entre o Starcraft 2 (pela popularidade e pela qualidade) e o Dawn of War 2 (pela "escala ao perto e pessoal" e pelo feel). E o Supreme Commander, enfim...

É o que dá estar no ano do RTS.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Words Per Minute

Existe uma característica que distingue os jogadores de RTS sul-coreanos dos do resto do mundo - propensão para um alto número de APM's, ou Actions Per Minute.

Não se sabe se é uma característica genética, ou meramente social, dado que co-habitam num meio hiper-competitivo, mas é um facto que um sul-coreano e starcraft na mesma frase normalmente são sinónimos de pwnage!

Action traduz-se num clique de rato ou do teclado que tenha um efeito no jogo. O acto de selecção duma unidade ou edifício. O activar duma habilidade. Uma ordem de ataque. Basicamente, um input do jogador num RTS.

Perícia em Starcraft actualmente mede-se em velocidade de acção, em vez de pensamento estratégico. Existe um nº reduzido de grandes decisões num jogo. Normalmente há um plano, o mais eficiente para a raça em questão, para um adversário em particular no mapa a ser usado. E depois ganha o mais rápido a implementá-lo e a controlar as suas unidades de modo eficaz. APM's - Acções Por Minuto. Um jogador profissional de Starcraft deverá ter uma média acima de 300. Um mínimo de 5 inputs válidos por segundo.

Impressionados?

Agora vem o melhor. A cena competitiva de Starcraft na Coreia do Sul não só é a melhor do mundo, como tem comentadores que lhe dão vazão. Para contextualizar, um Reaver é uma unidade de artilharia dos Protoss. Vejam um comentador a quebrar o limite de WPM's



Mind = blown.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Editor do Starcraft II


A minha mente estourou com isto:

Most impressive, though, were the two complicated examples. Using just the editor, they were able to transform the game into a third-person shooter. You took control of a unit (a Ghost, of course), and ran around the map (even underground) shooting Zerg, complete with a shooter UI, keyboard movement controls and mouse-look. They were also able to turn the game into a top-down scrolling space shooter. Take a look. And they're still adding features. They're looking for ways to create libraries that can be passed around — they want to give mod-makers the ability to work on different tasks at the same time.

A ideia de empregar a abordagem do LBP ao desenvolvimento de conteúdos pela comunidade numa plataforma bem melhor para desenvolvimento que a PS3 deixa-me a salivar por este jogo.

Awesome things this way come.