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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Vídeo de Combate de Dragon Age: Origins


São 20 minutos de jogo mesmo jogado, em que se podem ver coisas de nerd. Para quem estiver interessado no jogo, são uma série de detalhes que me trouxeram um sorriso.

Nomeadamente, um sistema algo extenso de feitiços, uma interface para PC (coisa que nem sempre se verifica), animações impecáveis, detalhes nos cenários muito interessantes.

Com o Character Creator a sair no dia 13, acho que posso dizer para onde vou após Batman Arkham Asylum.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Brütal Legend


Finalmente experimentei a demo :)

Impressões a retirar:

O ambiente é excelente, com a minha banda sonora de sonho .|..| effin' metal man!
Super engraçado, com piadas com piada (descrição de vida de roadie lol) - algo raro nos dias que correm.
Achei o herói fácil de se simpatizar - nem completamente douche como o Alex Mercer, nem completamente anjo farsolas...

Agora as partes amargas: o mecanismo de combate é simples, pelo menos na demo. Está visto que deve ser um jogo mais preocupado com a forma como se apresenta e com a história que pretende contar do que com os mecanismos lá enfiados. As lutas pareceram muito simples e a condução do Hot Rod precisa dum oomph nos atropelamentos.

Diria que este vai muito na onda do Batman: Arkham Asylum - uma amálgama de estilos, implementados duma forma básica, em que o todo vai além da soma das partes. O que seria bom, se já não estivesse a jogar o BAA. Dois idênticos em filosofia de seguida? Não me parece.

Dados os rumores dum atraso para o Alpha Protocol, e uma curiosidade tremenda pelo Dragon Age, acho que talvez espere mais uns tempos até me enfiar no novo universo de Tim Schafer. Será no entanto, uma espera ansiosa.

Prioridades, heh.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Shattered Horizon


Space, The Final Frontier!


Andava distraído, até que apanhei uma entrevista na bit-tech com os senhores da Future Mark Games Studio, que me abriu o olho a algo totalmente diferente.


Trata-se de um shooter multiplayer-only com 360º de liberdade de movimento. Sem dúvida, uma abordagem diferente, talvez inspirada no velhinho Descent. Em vez de controlarmos uma nave, temos um fato espacial com propulsores e ausência de "chão" na maior parte dos níveis.

Pormenores que chamaram a atenção:
  • Estilo artístico: futurista, mas não muito. Ainda são só humanos (não há cá E.T.'s), e as armas não disparam lasers.
  • Iluminação: o espaço é escuro, mas os modelos dos jogadores e de algumas partes dos níveis são claros. Isto cria altos contrastes e é fácil distinguir objectos na distância (UT3, estou a olhar para ti >_> )
  • Multiplayer only: gosto quando quem desenvolve se foca numa área e a deixa bem polida. São raras as casas que conseguem entregar SP e MP como deve ser. O preço também vai ser ajustado para baixo por ser apenas apenas multiplayer - outro ponto a favor!
  • Ausência de gravidade: isto é o que vai ditar o sucesso deste jogo. A mecânica tem de estar bem implementada para isto ser minimamente interessante.
  • Exclusivo PC, exclusivo DX10: se for o sleeper hit que desejo que seja, pode bem tornar-se o bastião dos fãs do PC, uma prova bem clara que esta plataforma ainda dá cartas.


Links Interessantes:
Screenshots via site-oficial

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

The Last Stand a caminho

Isto deixa-me muito :)

Resumido, tratam-se de novos modos Online, talvez inspirados pela recente popularidade dos modos Survival no Left 4 Dead, ou no Horde do Gears of War 2, já desenvolvidos de alguma forma no Company of Heroes: Tales of Valour (mais propriamente, na Operation Stonewall).

Escolher 1 de 3 heróis, e tentar sobreviver ondas cada vez mais difíceis de inimigos... Bring it!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Editor do Starcraft II


A minha mente estourou com isto:

Most impressive, though, were the two complicated examples. Using just the editor, they were able to transform the game into a third-person shooter. You took control of a unit (a Ghost, of course), and ran around the map (even underground) shooting Zerg, complete with a shooter UI, keyboard movement controls and mouse-look. They were also able to turn the game into a top-down scrolling space shooter. Take a look. And they're still adding features. They're looking for ways to create libraries that can be passed around — they want to give mod-makers the ability to work on different tasks at the same time.

A ideia de empregar a abordagem do LBP ao desenvolvimento de conteúdos pela comunidade numa plataforma bem melhor para desenvolvimento que a PS3 deixa-me a salivar por este jogo.

Awesome things this way come.

Batman: Arkham Asylum

Incrível o zum-zum que este jogo está a gerar.


Mal posso esperar.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

District 9


District 9, District 9...

Ainda me lembro do primeiro contacto que tive com isto há alguns meses, um trailer. Os primeiros segundos (provavelmente minutos, não me lembro exactamente) pareceram segundos banais de um documentário qualquer sobre a África de Sul com entrevistas a pessoas sobre algo que não está bem por aquela zona, o que não é novidade, até que vemos a razão propriamente dita numa entrevista, não, corrijo, um interrogatório... um alienígena com aquele efeito que vemos por vezes nas reportagens para esconder as caras das pessoas, mas sem dúvida um alienígena. Aliens... isto já não é suposto surpreender-nos, mas a partir deste momento fiquei preso no trailer.

A sinopse é interessante. Uma raça alienígena (acho que convém dizer que esta raça não é individualista como nós, mas mais análoga a uma colmeia, zergs para os nerds) chega numa nave a cair aos bocados à Terra, à África do Sul, pede-nos refúgio, a nós os terráqueos, até conseguirem reparar a sua nave, refúgio esse que lhes damos de boa vontade (embora as condições de vida dadas aos extra-terrestres sejam muito más). No entanto, passam-se anos e ainda cá estão, aparentemente a incomodar os seus vizinhos humanos e a gerar-se cada vez mais atrito entre as duas raças. É nesta altura que se passa o filme.

Este filme é baseado numa curta-metragem do mesmo autor, Alive in Joburg (vídeo abaixo).
Alive in Joburg (YouTube)


Já a vi esta curta e aconselho. Incrível como conseguiram aqueles efeitos visuais para o dinheiro que tinham e o mesmo se pode dizer do filme que aparentemente só foi feito com 30 milhões de dólares e não parece ficar atrás de filmes como Terminator 4.
Se Peter Jackson apoia este projecto, mau não deve ser (penso que desistiu do Halo por este).

Por essa internet fora está a surgir um consenso geral de que este filme é excelente e até melhor do que fazer sexo.

Eu, desde que vi o segundo trailer, já decidi ver este no cinema. E tu?