quarta-feira, 25 de novembro de 2009

(Time) Portal




Depois de ver isto um gajo começa a pensar num jogo ao estilo de Portal, mas em vez de deslocação espacial, esta ser temporal.

Já tivemos jogos com manipulação de tempo real como pausar, retroceder e avançar o tempo (Braid, Prince of Persia, Timeshift, etc), mas viagem temporal mesmo, alá Back to the Future? A única coisa que se assemelha remotamente a isto é o Prince of Persia: Warrior Within onde viajamos constantemente entre o passado e presente visitando os mesmos locais e presenciado o desgaste do tempo, mas isto são apenas níveis diferentes. Seria porreiro voltarmos atrás no tempo no imediato e vermos o nosso eu do passado a combater um boss e ajudá-lo (mas da primeira vez que o tivéssemos combatido o nosso eu do futuro tinha que ter aparecido também, não? Mindfuck!) ou ir ao futuro e ver uma dos nossos possíveis destinos.

Isto, neste momento, deve ser tecnicamente impossível... não, é de certeza impossível. E talvez, mais importante, o jogo não fosse divertido, pelo menos para mim. Criar uma narrativa para isto ia ser um pesadelo. Isto soa-me demasiado a um jogo sandbox e eu não sou a pessoa mais apreciadora deste tipo de jogos.

Oh well, just another mind fart... move along.

Edit: O vídeo ficou mesmo bem encaixado. Like a glove! (you've broken the damned blog! FTFY - editor)

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Dragon Age Origins


Está aqui.



19 horas depois, e apenas completei 14%. Duvido que chegue aos 100. Duvido que recomece o jogo, pelo menos em breve.

Para mim, Dragon Age tem se ser experienciado de uma só vez. O facto de haver montes de incentivos a uma segunda e até mesmo terceira passagem apenas acentuam o meu desejo de isolar a minha experiência em Ferelden. Porque quero-o um pouco como a vida. Definitivo. Sem hipótese de experimentar os se's. Sem aldrabar o jogo. Trata-se do conto de Ragna e o seu bando de mal ajustados, e sou eu que o escrevo. Um grupo de aventureiros estrangeiros num mundo familiar.

Por saber que as coisas poderiam correr de outra forma e ficar sem as conhecer só tornam o jogo ainda melhor. Vou deixar-lhe esta bruma de mistério, para que Ferelden continue maior que o jogador.

Apenas até me esquecer da primeira vez.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Supreme Commander 2 Alpha Build


O primeiro é algo estéril e impessoal, apesar de épico em âmbito. Foi o primeiro "grande RTS" a incorporar um nível de zoom que tornou o conceito de minimap obsoleto (e que agora deveria ser norma em todos os RTS's), e as batalhas envolviam centenas de unidades em simultâneo.


Temos agora o vídeo da Alpha Build do segundo. Ainda me parece frio, mas no entanto é de espantar a qualidade de algo que ainda não está pronto para Beta Testing. Quem sabe, talvez surpreenda.

domingo, 15 de novembro de 2009

Darth Smartass



My Lord... I... I... FFFFFUUUUUUUUU-------

Quem deve analisar jogos?

Ouvi esta pergunta num podcast do GWJ.
Isto nem era um assunto que estava planeado ser discutido por eles, nem pela pessoa que mandou o email de onde isto surgiu assim do nada. O Elysium falou dum qualquer produtor de jogos ter dito que só quem produzia jogos é que devia ter permissão para analisá-los.

Ora bem, se actualmente a maior parte ou praticamente todos os jogadores nunca fizeram e muito provavelmente não fazem tenção de participar no desenvolvimento de um jogo, não será lógico um um crítico de jogos estar na mesma posição? Um qualquer produtor de jogos ao jogar alguma coisa vai de certeza focar e criticar em certas coisas ao contrário de um jogador normal. Talvez ele construa interfaces e seja altamente crítico destas, talvez seja responsável por efeitos de partículas, efeitos sonoros, diálogos entre outras milhares de coisas que agora compõem um jogo.

Enfim, acho exactamente o contrário, daí também ter a opinião de que os produtores têm que estar bem atentos ao feedback dos jogadores acerca dos seus jogos para limar ou até recriar as arestas destes. Afinal, são eles o seu sustento, não?

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Badass!

Truly BAD(really, really bad)ASS!

It's raining men! Aleluia! It's raining men!

'Nuff said.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Avatar: The Last Airbender

Tenho que mencionar rapidamente um anime que acabei de ver há pouco tempo, Avatar: The Last Airbender.

Imagem emprestada de portuganime.co.cc

Avatar

Apanhei bocados desta série no cartoon network quando era mais novo e a fazer zapping. Quando digo bocados quero dizer segundos. Nunca me conseguiu captar a atenção. Parecia demasiado infantil e norte-americana. No entanto, ouvi falar muito bem disto no LEOG (League of Extremely Ordinary Gentlemen) , um dos podcasts do site Spill, e estes não costumam ver animação japonesa.
Esta série é escrita, produzida e realizada por norte-americanos e, claro, vocalizada também por norte-americanos (deve ter para lá uns canadianos; eles andam sempre por lá infiltrados), mas a animação é completamente coreana.
A animação vai do banal para o incrivelmente fluído, competindo muito bem com o melhor que já vi em anime, e eles fazem isto inteligentemente. Se não houver acção, baixa-se a qualidade, quando há acção sobe qualidade. Parece lógico.
A história é bastante simples. Um mundo ficcional onde existem 4 países, um para cada elemento: água, fogo, terra e vento. No entanto, existe uma figura, o Avatar, que controla todos os elementos e que renasce sempre que morre. O país do Fogo iniciou há 100 anos uma invasão massiva dos outros países e embora o Avatar exista como força de balancear o poder no mundo este desapareceu nunca tendo sido visto nesses 100 anos... até agora. O que vamos acompanhar é a jornada do Avatar (e dos seus companheiros) para travar o país do Fogo.
Esta série tem tanto momentos de infantilidade (os vários momentos de comédia que até me fizeram rir) como momentos bastante adultos (uma mulher psicótica a querer matar tudo e todos parece-me adulto, não?) e dura apenas 3 temporadas. Ainda estou um bocado parvo de pensar que isto foi produzido pela Nickelodean.

Em suma, para quem estiver interessado em animação, especialmente do género acção, aconselho bastante a ver isto. Tem uma história com princípio, meio e fim e isto é muito mais do que posso dizer de várias séries anime que já vi.

Bioshock

Aqui está um jogo que não se vê, perdão, que não se joga todos os dias. Sim, pode ter vários selos de recomendação, mas o verdadeiro selo de aprovação vem de nós próprios. Daí comprei isto a 5 euros (que pechincha!) e lá me enfiei nele, erm, salvo seja.

Um dos vários selos de recomendação

Após jogá-lo, percebi todo o frenesim da crítica sobre este jogo. É mesmo muito bom e o que o separa de vários jogos é a sua história, a sua progressão, os vários diálogos, sejam estes ao vivo ou apenas recordações gravadas para a posterioridade e, claro, o ambiente (tanto a nível atmosférico como a nível de interacção). Ao longo do jogo deparámo-nos com várias questões éticas e morais que não costumam aparecer frequentemente noutros jogos (principalmente em FPS'), mesmo que nós não tenhamos qualquer influência nestas (bem, temos influência numa que determina o final do jogo e várias recompensas que poderemos ou não ter ao longo deste).

A jogabilidade é a típica de um FPS, com uns laivos de RPG (fazemos actualizações à nossa personagem), por isso não me vou alongar muito neste aspecto a não ser informar que está excelentemente implementado aqui.

É um grande jogo, mas tem uns pontos negativos.
Este poderá não ser um, mas convém mencionar; após jogar uma vez, não haverá muita vontade para uma segunda (mesmo contando com os finais alternativos).
A recta final do jogo perde fulgor. O ponto mais alto é atingido entre 50 a 75% do jogo e o boss final é muito, mas muito fraco. Demorou menos de um minuto a cair e não tive um arranhão. Tudo culpa do gel eléctrico que discutivelmente será a arma mais poderosa do jogo (os Big Daddies tremem perante o nome).

Concluindo, é um jogo altamente recomendado e que deve ser jogado por todos os que se intitulam jogadores.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

The Dragon Age crawleth

Se eu fosse um gajo cheio de sede no deserto, cuja garganta parecia papel de tão seca que estava, e estivesse constantemente a alucinar com um poço de água e finalmente tivesse encontrado salvação...


Ficava muito f*d*d* se a mesma viesse aos minguinhos. Parafraseando o Gob de Arrested Development...

"OH COME ON!"


segunda-feira, 2 de novembro de 2009